quando ia almoçar a tsf continuava a lembrar carlos paredes. desta vez acho que era este trabalho de mário dias. disse muita coisa que eu gostava de ter sabido pôr em palavras no post anterior...
De repente, mal nasceu a manhã, fico a saber das mãos que abandonaram de vez a guitarra... Como se não bastassem todas as outras perdas tão recentes! Acompanhaste-me, Carlos, nos melhores e nos piores momentos. Hoje deixas-me só. “Dá-me um verso, marinheiro / Dá-me um verso, madrugada” com o som único da tua música, “Movimento Perpétuo”. Como poderei dizer-te desta mágoa, desta nostalgia dos “Verdes Anos”, se as palavras perderam as asas? Margarida A.
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De repente, mal nasceu a manhã, fico a saber das mãos que abandonaram de vez a guitarra... Como se não bastassem todas as outras perdas tão recentes!
Acompanhaste-me, Carlos, nos melhores e nos piores momentos. Hoje deixas-me só. “Dá-me um verso, marinheiro / Dá-me um verso, madrugada” com o som único da tua música, “Movimento Perpétuo”.
Como poderei dizer-te desta mágoa, desta nostalgia dos “Verdes Anos”, se as palavras perderam as asas?
Margarida A.
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