Cara Bárbara, Foi por mera casualidade que tropecei no seu site. Gostei da simplicidade e da emotividade que aborda as coisas simples da vida. Relativamente ao seu desabafo, eu penso que a vida e muito simples, nós é que a complicamos. Torna-mo-la uma verdadeira trapalhada. Anda meio Mundo a tentar conquistar outro meio, ao fim ao cabo não passamos de vendedores. Vendedores de ideias. Só que existem alguns, que ultrapassam o respeito normal da privacidade de cada um. Mentem, juram, abusam e usam todos os artificios para atingir o seu objectivo. Eles são poderosos ao ponto, de nos tirarem, fôlego, energia, as suas palavras soam muitas vezes a pacadas no estômago (sinto-me vazio, dizemos nós tantas vezes...), é como se, de uma guerra se tratasse. Guerra de palavras e de accões. Quando cortamos de vez, com a relacão deste tipo de persongens, sentimo-nos mais aliviados, é como se uma lufada de ar entrasse profundamente no nosso ser. Sentimo-nos a harmonia a invadir o nosso equilibrio mental novamente. É bom ter amigos, sentir o seu carinho, mas todo o cuidado é pouco quando fazemos mais um. Conselho: Mais vale uma mão de amigos verdadeiros, que dezenas de dedos, a apontarem-nos, a criticarem-nos, a invejarem-nos. Nós precisos da palmadinha nas costas ou do sorriso forcado nos nossos anos. O que nós necessitamos é de frontalidade, honestidade, amizade, prontidão, e um abraco bem forte sempre que se festeja o encontro entre esse punhado de amigos. E como dizem os ingleses: A friend in a need is a friend in did... Estando atento ao seu site diáro,
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Cara Bárbara,
Foi por mera casualidade que tropecei no seu site. Gostei da simplicidade e da emotividade que aborda as coisas simples da vida.
Relativamente ao seu desabafo, eu penso que a vida e muito simples, nós é que a complicamos. Torna-mo-la uma verdadeira trapalhada.
Anda meio Mundo a tentar conquistar outro meio, ao fim ao cabo não passamos de vendedores. Vendedores de ideias. Só que existem alguns, que ultrapassam o respeito normal da privacidade de cada um. Mentem, juram, abusam e usam todos os artificios para atingir o seu objectivo. Eles são poderosos ao ponto, de nos tirarem, fôlego, energia, as suas palavras soam muitas vezes a pacadas no estômago (sinto-me vazio, dizemos nós tantas vezes...), é como se, de uma guerra se tratasse. Guerra de palavras e de accões.
Quando cortamos de vez, com a relacão deste tipo de persongens, sentimo-nos mais aliviados, é como se uma lufada de ar entrasse profundamente no nosso ser. Sentimo-nos a harmonia a invadir o nosso equilibrio mental novamente.
É bom ter amigos, sentir o seu carinho, mas todo o cuidado é pouco quando fazemos mais um.
Conselho: Mais vale uma mão de amigos verdadeiros, que dezenas de dedos, a apontarem-nos, a criticarem-nos, a invejarem-nos.
Nós precisos da palmadinha nas costas ou do sorriso forcado nos nossos anos. O que nós necessitamos é de frontalidade, honestidade, amizade, prontidão, e um abraco bem forte sempre que se festeja o encontro entre esse punhado de amigos. E como dizem os ingleses: A friend in a need is a friend in did...
Estando atento ao seu site diáro,
JM
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